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  • Nardele Gomes

7 filmes sobre livros para amar pra sempre

Para a lista dos filmes que amamos ver e rever. Você já viu?


Bons filmes são como bons amigos: nos fazem bem, nos encantam, aconselham e inspiram. Adoramos vê-los e revê-los. Quando são filmes sobre universos que amamos então, é paixão eterna. Hoje eu trago uma lista de 7 filmes sobre livros e pessoas que escrevem livros que, se você não viu ainda, comece a arrumar tempo pra ver. Você vai me agradecer depois. :-)



Começo pelo meu queridinho-diretor-mais- amado-de-todos, Woody Allen. Ele fez "Meia noite em Paris" para arrebatar meu coração, só pode. Woody Allen + Paris + livros?! Muito amor.


Uma ode de amor à cidade, à literatura, ao encantamento e à arte. É a história de Gil (Owen Wilson), que sempre idolatrou os grandes escritores americanos e sonhou ser como eles. A vida lhe levou a trabalhar como roteirista em Hollywood, o que fez com que fosse muito bem remunerado, mas que também lhe rendeu uma boa dose de frustração.


Agora ele está prestes a ir a Paris ao lado de sua noiva, Inez (Rachel McAdams), e dos pais dela, John (Kurt Fuller) e Helen (Mimi Kennedy). John irá à cidade para fechar um grande negócio e não se preocupa nem um pouco em esconder sua desaprovação pelo futuro genro. Estar em Paris faz com que Gil volte a se questionar sobre os rumos de sua vida, desencadeando o velho sonho de se tornar um escritor reconhecido. (Com um trecho da crítica do AdoroCinema)



Quem nunca viu e amou "Sociedade dos Poetas Mortos" precisa recomeçar sua "carreira" cinematográfica. A história é mais ou menos assim: em 1959 na Welton Academy, uma tradicional escola preparatória, um ex-aluno (Robin Williams) se torna o novo professor de literatura, mas logo seus métodos criam um choque com a ortodoxa direção do colégio, principalmente quando ele fala aos seus alunos sobre a "Sociedade dos Poetas Mortos".


A maneira como o professor conduz seus alunos a pensarem por si mesmos, rejeitando fórmulas prontas e transgredindo regras, com a literatura como fio conduz é transformadora. Quem não viu, por favor a si mesmo, veja. (Do AdoroCinema)



"A esposa" é outro excelente filme sobre o universo da escrita. Dirigido por Björn Runge, o filme foi inspirado em um romance de Meg Wolitzer e retrata a dinâmica de uma relação em que o talento de uma mulher é usurpado pelo marido. Discreta e dedicada, Joan Castleman (Glenn Close) passa a reexaminar suas escolhas de vida quando o marido, Joe (Jonathan Pryce), é agraciado com o prêmio Nobel de Literatura.


A similitude dos nomes é o primeiro indício de simbiose experimentada pelos dois: ao longo do filme, descobrimos que o casal escrevia juntos, em uma espécie de parceria na qual Joe entrava com ideias e edição de texto, mas Joan era a escritora de fato. (Da Revista Cult)



Há quem diga que "A esposa" é uma espécie de cópia de outro filme com premissa bastante similar, "Monsieur & Madame Adelman". Aqui a esposa cumpre um papel mais bem obscuro. Sarah (Doria Tillier) e Victor (Nicolas Bedos) estiveram juntos por 45 anos.


No funeral dele, Sarah é abordada por um jornalista que deseja contar a história de seu marido, um renomado escritor, a partir do olhar da mulher que sempre o acompanhou. A partir de então, ela passa a contar as minúcias do relacionamento que tiveram, incluindo segredos bastante íntimos. (Do Adorocinema)



"A Livraria" narra o esforço de uma viúva para abrir uma livraria em uma pequena cidade da Inglaterra com nenhuma empatia pela necessidade ou paixão de ler. Para ela esse ato serve para suprir carência afetivas, para viver outras vidas, para sonhar junto ao mar com os personagens e os sentimentos que habitam os livros, esses objetos nos quais sempre acontecem coisas.


Os poderosos da cidadezinha, predadores por trás de seus modos aristocráticos, declaram uma guerra surda a essa doce intrusa, convencida de que o que pretende vender pode representar prazer, conhecimento, aventura ou bálsamo para alguns moradores. (Trecho da crítica do El País)



Em "O Leitor", numa Alemanha pós 2ª Guerra Mundial, o jovem Michael Berg (David Kross) se envolve com uma misteriosa mulher 21 anos mais velha do que ele, chamada Hanna (Kate Winslet). É um momento de descobertas para ele e um passatempo prazeroso para ela, que gosta que ele leia obras clássicas da literatura para ela.


Aqui Winslet finalmente ganhou um Oscar de melhor atriz. Um filme bonito, delicado e apaixonante. (Do Zinema)



Por fim, "A Sociedade Literária e a Torta de Casca de Batata", outro filme passado no pós guerra. Juliet Ashton (Lily James) é uma escritora na Londres de 1946 que decide visitar Guernsey, uma das Ilhas do Canal invadidas pela Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial, depois que ela recebe uma carta de um fazendeiro contando sobre como um clube do livro local foi fundado durante a guerra.


Lá ela constrói profundos relacionamentos com os moradores da ilha e decide escrever um livro sobre as experiências deles na guerra. (Do AdoroCinema)


Espero que você goste da lista, veja os filmes e se deixe inspirar pelas histórias, pelo amor pelos livros e pela arte de escrever! Mais algum que você adora e que não está na lista? Manda aí nos comentários!



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